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Ministério da Saúde alerta gestantes sobre riscos de microcefalia

O Ministério da Saúde divulgou dia (13) recomendações para as mães que estão preocupadas com o aumento de casos de microcefalia no Nordeste. As recomendações são para que façam exames de pré-natal, evitem álcool e drogas, não usem medicamentos sem orientação médica e se protejam de mosquitos.

Segundo nota do ministério, é importante que as gestantes e suas famílias adotem medidas que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doenças, retirando recipientes que tenham água parada e cobrindo adequadamente locais de armazenamento de água.

Além disso, a nota recomenda que as famílias mantenham portas e janelas fechadas ou teladas, que as gestantes usem calça e camisa de manga comprida e utilizem repelentes para evitar picadas de mosquitos.

O ministério indica ainda que, até que as causas do aumento da incidência da doença sejam esclarecidas, as mulheres que planejam engravidar avaliem os riscos antes de tomar uma decisão. A nota acrescenta que “não há uma recomendação do Ministério da Saúde para evitar a gravidez. A decisão de uma gestação é individual de cada mulher e sua família”.

Da Agência Brasil

Última atualização ( Seg, 16 de Novembro de 2015 23:04 )

 

Terminologia Correta

Além da nobre missão de comunicar e informar, de forma clara, objetiva e imparcial, cabe também aos profissionais de comunicação, bem como a todos os formadores de opinião, a nobre contribuição de disseminar conceitos a cerca de determinados temas.
Os profissionais sérios, que gozam de credibilidade, embora não tenham essa obrigação, podem - de maneira solícita - difundir informações a respeito da forma correta sobre como discorrer sobre determinados temas. 

Neste sentido, mais do que simplesmente difundir terminologias, os profissionais de comunicação, ao passo que "disseminam" conceitos corretos, estão oferecendo uma grande contribuição social. Expressar-se corretamente também é um exercício de respeito à diversidade humana. Dessa forma, ao produzir pautas sobre as pessoas com deficiência, é importante atentar para as informações abaixo. 

Necessidades Especiais?

É importante combatermos expressões que tentem atenuar as diferenças, tais como: "pessoas com capacidades especiais", "pessoas com eficiências diferentes", "pessoas com habilidades diferenciadas", "deficientes", "pessoas especiais" e a mais famosa de todas: "pessoas com necessidades especiais". 

As "diferenças" têm de ser valorizadas, respeitando-se as "necessidades" de cada pessoa. 

O termo "pessoas com necessidades especiais", discutido desde a década de 70, referia-se às necessidades específicas de cada pessoa, com ou sem deficiência. Entretanto, no Brasil o termo acabou por ser utilizado erroneamente como identificação única de pessoa com deficiência. 

Portador(a)?

Devemos ficar atentos à evolução histórica dos termos. 

"Portador de deficiência", "pessoa portadora de deficiência" ou "portador de necessidades especiais" não são mais utilizados. 

A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa. A pessoa não porta uma deficiência, ela "tem uma deficiência". 

Tanto o verbo "portar" como o substantivo, ou adjetivo, "portadora" não se aplica a uma condição inata ou adquirida que faz parte da pessoa. 

Ou seja, a pessoa só porta algo que ela pode deixar de portar. Por exemplo, não dizemos que uma pessoa "é portadora de olhos verdes", dizemos que ela "tem olhos verdes". 

Pessoa com Deficiência

Há uma associação negativa com a palavra "deficiente", pois denota incapacidade ou inadequação à sociedade. A pessoa não é deficiente, ela "tem uma deficiência". 

Os movimentos mundiais de pessoas com deficiência, incluindo os do Brasil, já convencionaram de que forma preferem ser chamados: PESSOA (S) COM DEFICIÊNCIA. 

Esse termo faz parte do texto aprovado pela Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidades das Pessoas com Deficiência, aprovado pela Assembléia Geral da ONU, em 2006 e ratificada no Brasil em julho de 2008.
Neste sentido, mais do que simplesmente difundir terminologias, os profissionais de comunicação, ao passo que "disseminam" conceitos corretos, estão oferecendo uma grande contribuição social. Expressar-se corretamente também é um exercício de respeito à diversidade humana. Dessa forma, ao produzir pautas sobre as pessoas com deficiência, é importante atentar para as informações abaixo.
Necessidades Especiais?
É importante combatermos expressões que tentem atenuar as diferenças, tais como: "pessoas com capacidades especiais", "pessoas com eficiências diferentes", "pessoas com habilidades diferenciadas", "deficientes", "pessoas especiais" e a mais famosa de todas: "pessoas com necessidades especiais".
As "diferenças" têm de ser valorizadas, respeitando-se as "necessidades" de cada pessoa.
O termo "pessoas com necessidades especiais", discutido desde a década de 70, referia-se às necessidades específicas de cada pessoa, com ou sem deficiência. Entretanto, no Brasil o termo acabou por ser utilizado erroneamente como identificação única de pessoa com deficiência.
Portador(a)?
Devemos ficar atentos à evolução histórica dos termos.
"Portador de deficiência", "pessoa portadora de deficiência" ou "portador de necessidades especiais" não são mais utilizados.
A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa. A pessoa não porta uma deficiência, ela "tem uma deficiência".
Tanto o verbo "portar" como o substantivo, ou adjetivo, "portadora" não se aplica a uma condição inata ou adquirida que faz parte da pessoa.
Ou seja, a pessoa só porta algo que ela pode deixar de portar. Por exemplo, não dizemos que uma pessoa "é portadora de olhos verdes", dizemos que ela "tem olhos verdes".
Pessoa com Deficiência
Há uma associação negativa com a palavra "deficiente", pois denota incapacidade ou inadequação à sociedade. A pessoa não é deficiente, ela "tem uma deficiência".
Os movimentos mundiais de pessoas com deficiência, incluindo os do Brasil, já convencionaram de que forma preferem ser chamados: PESSOA (S) COM DEFICIÊNCIA.
Esse termo faz parte do texto aprovado pela Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidades das Pessoas com Deficiência, aprovado pela Assembléia Geral da ONU, em 2006 e ratificada no Brasil em julho de 2008.

Última atualização ( Seg, 20 de Outubro de 2014 08:31 )

 

Visita no Canteiro de Obras da Empresa Queiroz Galvão

Durante esta semana o Diretor Mônico Santos da Associação de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida do Estado de São Paulo - ADEFESP, esteve em visita no pátio de obras da empresa Queiroz Galvão. Após algumas reuniões com os Diretores da Empresa, onde a ADEFESP visa uma parceria junto a empresa para o cumprimento da Lei de Cotas" voltada as Pessoas com Deficiência.
Iniciou-se um processo de curso de capacitação onde no momento há a participação de apenas seis (06) pessoas participando, mas que ainda precisa ser analisado em ampliado para o atendimento a essa sociedade. Pois a ADEFESP em parceria com a ADEF São Sebastião, estará buscando por todos os meios e recursos legais o cumprimento das leis em vigor para a inserção das Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho.


Última atualização ( Seg, 20 de Outubro de 2014 08:16 )

 

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