Home

Após feito o diagnóstico de hipertensão arterial como tratá-la?


O tratamento pode ser feito com medicamentos ou não, isso vai depender dos níveis da sua pressão arterial, do comprometimento ou não de determinados órgãos e da presença de outras doenças. Portanto quem pode decidir isso é somente seu médico.
 
Você pode colaborar para o sucesso do tratamento modificando alguns dos seus hábitos.
 
1- Alimentação: Diminuir o sal da comida; nunca ultrapassar 6 gramas por dia, ou seja, 1 colher das de chá para toda a alimentação diária. Retire o saleiro da mesa e use temperos naturais como: limão, cebola, alho e cheiro-verde.
 
2- Peso: O execesso de peso tem grande relação com o aumento da pressão, portanto, se você esta com o peso acima do normal, ou seja, índice de massa corpórea* acima de 25 Kg/m², deve iniciar um programa de redução de peso no qual a ingestão de alimentos de baixo valor calórico deve ser a regra. Evite dietas “milagrosas”, use sua criatividade, o correto é consumir alimentos de todos os grupos (cereais integrais, frutas, legumes, carnes, leite e derivados), variando o máximo que puder para não faltar nutrientes.
 
3- Sedentarismo: Abandone o sedentarismo. Passe a fazer caminhada de, no mínimo, 30 minutos todos os dias ou, pelo menos, quatro vezes por semana. Os melhores exercícios para os pacientes hipertensos são: caminhar, nadar, correr, e andar de bicicleta. Exercícios como halterofilismo e musculação não são recomendados para hipertensos.
 
4- Bebidas Alcoólicas: O use excessivo de bebidas alcoólicas, aumenta a pressão arterial. Por isso, para os homens, o uso de bebidas destiladas (uísque, vodca, aguardente etc) não deve exceder 60 ml ao dia, o vinho não deve exceder 240 ml, e a cerveja 720 ml. Com relação as mulheres e indivíduos de baixo peso, a ingestão alcoólica, não pode ultrapassar a metade permitida para os homens.

Se você não consegue se enquadrar nesses limites, sugere- se o abandono de bebidas alcoólicas. Pois, além de fazer subir a pressão, o ácool é uma das causas de resistência ao tratamento hipertensivo, causando gastrite, problemas no fígado, coração, cérebro, isso tudo sem contar os problemas sociais causados pela bebida.
 
5- Tabagismo: O tabagismo é o mais importante fator de risco, previnível para doença cardiovascular, sendo responsável por 1 em cada 6 óbitos, pois a nicotina aumenta a pressão arterial e acelera a progressão da aterosclerose ( depósito de gordura nas paredes das artérias). Portanto, abandonar o tabagismo deve ser a primeira providência do hipertenso.
 
6- Atividades de Lazer: Identifique uma atividade que lhe dê prazer, como: ler um livro, pintar um quadro, bordar, participar de atividades sociais ou de grupos de relaxamento. Uma atividade desse tipo poderá ser muito positiva para uma vida normal. Coloque nessa atividade todas as suas energias.
 
7- Estresse: Para cada pessoa, as causas do estresse podem ser diferentes. O melhor a se fazer é, se possível, identificar o motivo que está gerando tensão e eliminá-lo.Na impossibilidade, deve-se “administrar” esse problema, através da maneira mais harmônica. Dicas para hipertensos.
 
Quando um médico lhe prescreve um medicamento,você deve tomá-lo rigorosamente conforme foi prescrito, observando as doses, número de tomadas diárias e os horários. Nunca abandone o tratamento, ele é para o resto da vida. Pode ser que com o tempo você tome outro medicamento ou até mesmo lhe seja recomendado um tratamento sem medicamentos, mas isso é uma decisão que somente seu médico poderá tomar. O tratamento estará mantendo ou melhorando sua qualidade de vida. Portanto, seguí-lo corretamente significa viver mais.
 

Colesterol e triglicérides: quais são os seus riscos?


Você não pode olhar por dentro de suas artérias e verificar se o caminho que o sangue circula constantemente se encontra livre, limpo e saudável, como deve ser. Um exame de seu sangue serve, literalmente, como uma "olho" dentro das artérias, procurando agentes causadores de problemas que possam oferecer ao médico a medida exata quanto você já caminhou em direção a um ataque cardíaco. Para isso, os testes de colesterol e triglicérides se encontram amplamente disponíveis.
 
Outro três testes, chamados de testes promissores (Homocisteína, Lipoproteína-a e Padrão LDL), ainda precisarão de alguns anos até que se transformem em exames de rotina. Colesterol É uma sustância que existe em todas as partes de seu corpo: cérebro, músculo, ossos e coração. É o "bom" colesterol. E o corpo necessita somente de um pouco dele para funcionar normalmente.
 
O colesterol adicional, proveniente de mal funcionamento do organismo ou de má alimentação, faz com que a gordura se acumule nas paredes os vasos sanguíneos, obstruindo as artérias e impedindo que o sangue flua através delas. Se não for tratado a tempo pode ocasionar ataques do coração e derrames cerebrais.
 
Colesterol Bom e Ruim Há três espécies de colesterol (também chamados lipoproteínas) em seu sangue: o colesterol de alta densidade (HDL), o colesterol de baixa densidade (LDL) e o colesterol de muito baixa densidade (VLDL). O HDL é o chamado de "bom colesterol", porque ele impede que o colesterol se acumule nas artérias. O LDL é o "mau colesterol", pois em altos níveis pode aumentar seu risco de um ataque cardíaco ou derrame.
 
Hoje, os especialistas costumam dizer que o risco não se deve aos índices de colesterol total, e sim à alta proporção de colesterol "ruim" em relação ao "bom" colesterol. Diagnóstico do Colesterol Se você tem mais de vinte anos, o diagnostico se faz por meio de exames regulares de sangue, solicitados pelo seu medico. Com os resultados, ele avaliará sua taxa de colesterol.
 
Níveis perigosos de LDL: acima de 160. Limite: 130-160. Meta para pessoas de alto risco: abaixo de 95. Triglicérides A inatividade, o excesso de peso e uma dieta rica em carbohidratos refinados (álcool, doces, massas, pão branco) podem fazer disparar a taxa de triglicérides do seu sangue.

Para baixar os níveis sem precisar fazer uso de medicação, policie o que come, faça exercícios e livre-se da flacidez, especialmente da que se localiza em volta da cintura.
 
Níveis perigosos: acima de 200. Níveis desejáveis: abaixo de 200. Meta para pessoas de alto risco: abaixo de 70. Lembre-se: Colesterol e triglicérides não apresentam sintomas. Sem o exame de sangue você não saberá se tem taxa alta de gordura, até que tenha um ataque cardíaco ou um derrame. Homocisteína A quantidade desse aminoácido modificado em seu sangue eleva-se após a ingestão de uma refeição rica em proteínas. Altas concentrações dessa substancia parecem gerar problemas para as artérias.
 
Níveis perigosos: acima de 14. Limite: 10-14. Meta para pessoas de alto risco: abaixo de 15 Lopoproteína-a Essa forma particular de LDL parece impedir que os coágulos se dissolvam e estimular o sobrecrescimento de células da musculatura lisa dentro das paredes das artérias.
 
Níveis perigosos: acima de 25. Limite: 15-25. Meta para pessoas de alto risco: abaixo de 15. Recomendações: Seu nível de colesterol está alto, você deverá seguir recomendações médicas que poderão incluir : Exercícios: ajudam a aumentar a taxa de "bom colesterol", que auxilia o organismo a eliminar o colesterol desnecessário. Você também baixará de peso, o que é ótimo. Medicamentos: quando a dieta não ajudar a baixar a taxa de colesterol, seu médico lhe indicará medicamentos para isso. Dieta: alimentos pobres em gordura, como leite desnatado, carnes magras, frango sem pele, peixes, frutas, vegetais, arroz e feijão. Todos cozidos com pouco ou nenhum óleo. Evite frituras e gemas de ovos.
 
Fumo: fumar, ter colesterol alto e ingerir álcool em excesso podem causar sérios danos aos seus vasos sangüíneos. É melhor evitar, totalmente, álcool e fumo! Atenção: A pressão e o colesterol altos são as causas principais dos ataques cardíacos. Quanto maior for a taxa de colesterol, maior probabilidade de se ter pressão alta.
 

Comer compulsivo


O que é?

O transtorno do comer compulsivo vem sendo reconhecido nos últimos anos como uma síndrome caracterizada por episódios de ingestão exagerada e compulsiva de alimentos. Porém, diferentemente da bulimia nervosa, essas pessoas não tentam evitar ganho de peso com os métodos compensatórios. Os episódios vêm acompanhados de uma sensação de falta de controle sobre o ato de comer, sentimentos de culpa e de vergonha.

Muitas pessoas com essa síndrome são obesas, apresentando uma história de variação de peso, pois a comida é usada para lidar com problemas psicológicos. O transtorno do comer compulsivo é encontrado em cerca de 2 % da população em geral, mais freqüentemente acometendo mulheres entre 20 e 30 anos de idade. Pesquisas demonstram que 30% das pessoas que procuram tratamento para obesidade ou para perda de peso são portadoras de transtorno do comer compulsivo. Características - Episódios de ingestão exagerada de alimentos - Comer mesmo sem ter fome - Dietas freqüentes - Sensação de incapacidade de parar de comer voluntariamente - Flutuação do peso - Humor deprimido - Comer em segredo por sentimento de vergonha e culpa.

Obesidade - Baixa auto-estima - Comer para lidar com problemas emocionais Complicações Médicas - Pressão alta - Aumento do colesterol - Diabete - Complicações cardíacas Causas As causas deste transtorno são desconhecidas.

Em torno de 50% das pessoas têm uma história de depressão. Se a depressão é causa ou efeito do transtorno, ainda não está bem claro. Muitas pessoas relatam que a raiva, a tristeza, o tédio, a ansiedade e outros sentimentos negativos podem desencadear os episódios de comilança. Embora ainda não esteja claro o papel das dietas nestes quadros, sabe-se que, em muitos casos, os regimes excessivamente restritivos podem piorar ou desencadear o transtorno. Como se trata? O transtorno do comer compulsivo desenvolve-se a partir da interação de diversos fatores predisponentes biológicos, familiares, sócio-culturais e individuais. O seu tratamento exige uma abordagem multidisciplinar que inclui um psiquiatra, um endocrinologista, uma nutricionista e um psicólogo.

O objetivo do tratamento é o controle dos episódios de comer compulsivo através de técnicas cognitivo-comportamentais e de um acompanhamento nutricional para restabelecer um hábito alimentar mais saudável. A psicoterapia cognitiva-comportamental pode ajudar o paciente a lidar com questões emocionais subjacentes. O acompanhamento clínico faz-se necessário pelos riscos clínicos da obesidade. As medicações antidepressivas têm se mostrado eficazes para diminuir os episódios de compulsão alimentar e os sintomas depressivos.

Última atualização ( Seg, 28 de Fevereiro de 2011 16:23 )

 

<< Início < Anterior 131 132 133 134 135 Próximo > Fim >>

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL

Webmail
Clique aqui para acessar seu e-mail.
Rádio São Sebá
Visite
Online Agora
Nós temos 101 visitantes online
Recomendamos
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Publicidade