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Fibras reduzem em 22% o risco de morte


Se você não tem costume de consumir fibras tem agora motivos de sobra para incluí-las em sua dieta. Pesquisadores norte-americanos associaram o consumo de fibras com a redução do risco total de morte em até 22%. Por ajudaram na prevenção de doenças cardiovasculares, infecciosas e respiratórias. Além de atuarem na regulação do intestino e auxiliaram na perda de peso, as fibras são encontradas em nozes, legumes, cereais integrais, farelos, pão integral, frutas e vegetais.

Participaram do estudo 219.123 homens e 168.999 mulheres, que responderam um questionário sobre alimentação no início do acompanhamento, entre 1995 e 1996, e que foram reavaliados após nove anos. O total de morte foi de 20.126 homens e 11.330 mulheres.

Os resultados da pesquisa apontam que aqueles que consumiram mais fibras, 20% entre os voluntários, tiveram 22% menos riscos de morrer em comparação com aqueles que comiam menor quantidade do nutriente. Segundo Yikyung Park, um dos autores do estudo, o consumo diário de fibras pelos participantes variou entre 13 g a 29 g para os homens, e 11 g a 26 g para as mulheres.

Vários estudos vêm demonstrando os benefícios das fibras contra doenças cardíacas, câncer, diabetes e obesidade. De acordo com Park, as fibras auxiliam na digestão, reduzem o nível de colesterol, melhoram os níveis de glicose e da pressão, diminuem inflamações, entre outros benefícios.

Estudos realizados nos Estados Unidos mostram ainda que a ingestão de fibras ajuda a reduzir de 24% a 56% o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, infecciosas ou respiratórias nos homens, e de 34% a 59% nas mulheres.
 

Automedicação: o barato que sai caro


Automedicação: O barato que sai caro e pode ser perigoso.
 
Apesar de saber que é perigoso ingerir remédios com base na indicação do balconista da farmácia, de amigos, ou achando que os sintomas são de uma doença que conhece ou já teve, muitas pessoas ainda recorrem a automedicação, para economizar a consulta médica e o exame diagnóstico. Porém, em geral, essa conduta sai mais cara. Os remédios podem agravar doenças, mascarar sintomas, ter efeitos colaterais danosos, ou no mínimo, servir para nada. Existem pessoas que fazem uso de medicamentos que sobraram, sem ter certeza de que se trata da mesma doença. Outras não sabem que a indicação do balconista, ou de amigos, pode induzir à compra de medicamentos sem garantia de qualidade.
 
Outras ainda com uma única receita médica, no mesmo dia, compram várias vezes o mesmo remédio e o consome indiscriminadamente. Veja exemplos de medicamentos freqüentemente consumidos sem indicação médica e seus perigos:
 
Laxante: Quando consumido indiscriminadamente pode levar a alterações intestinais. Se a pessoa estiver constipada (intestino preso), complica o quadro e pode levar à perfuração do intestino. Nos idosos, pode provocar desidratação e alterações metabólicas, colocando a vida em risco. Pessoas com tumor intestinal, em geral não diagnosticado, podem agravar a doença.
 
Xarope: A tosse pode ter várias causas, como infecção viral ou bacteriana, alergia, refluxo da hérnia de hiato e câncer das vias respiratórias.

O xarope pode mascarar o sintoma, permitindo que a doença evolua sem controle, pode piorar o problema ou não ter efeito algum.
 
Antibiótico: Droga usada para tratar várias infecções, como as respiratórias, gripes e abscessos. Mesmo que a pessoa acerte na escolha, ao comprar sem indicação médica, pode errar no tipo e na dosagem, levando ao tratamento errado. Além disso, o indivíduo pode desenvolver resistência à droga e quando for realmente necessária, não terá efeito.
 
Antiácido: Muito usado para combater dor de estômago, que pode ser sintoma de úlcera, tumor, pancreatite e até de infarto do miocárdio. O uso inadequado pode retardar o diagnóstico, comprometer o tratamento e expor ao risco de morte.
 
Aspirina: Reconhecida como droga que previne o infarto, só pode ser consumida com indicação médica, mesmo no controle de outras doenças, porque tem efeitos colaterais importantes, podendo provocar problemas de estômago e hemorragias. Pode ser fatal se usada para combater a dengue.
 
Colírio: Sem indicação médica, a única coisa que se pode passar nos olhos é água limpa. Os colírios têm princípios ativos variados, como corticóides e antibióticos, podem mascarar ou exacerbar doenças e se a pessoa tiver problemas prévios, como glaucoma, pode agravá-los.
 
Cremes e pomadas: Muitas pessoas cometem o erro de achar que existem cremes e pomadas que tratam tudo, o que está errado porque cada um tem uma indicação adequada. O uso indiscriminado pode mascarar doenças, como câncer de pele, pode provocar dermatite de contato, ou pode não ter efeito.
 
Remédios naturais: Todos os medicamentos, sem exceção, têm efeitos colaterais e podem provocar riscos à saúde.
 
Vitaminas: Só devem ser tomadas quando há uma real necessidade até porque algumas, dependendo da dose, podem provocar doenças. A vitamina C, por exemplo, provoca distúrbios gastrointestinais e cálculo renal. A vitamina A, quando consumida por crianças, pode provocar hipertensão craniana.
 
Suplementos alimentares: Podem ter efeitos tóxicos, ou não fazer nada. Estudos em andamento, relacionam os suplementos com o desenvolvimento de arritmias cardíacas e com morte súbita.
 
Casamento de remédios: Algumas pessoas, ao acharem que estão com gripe, por exemplo, ingerem xarope para a tosse, que piora a secreção pulmonar, descongestionante nasal, que nos casos de sinusite e pneumonia piora o quadro, e injeções à base de eucalipto, absolutamente inúteis.
 
Além disso, tudo junto pode provocar reações alérgicas e até choque anafilático. É importante que as pessoas saibam cuidar melhor da saúde, conheçam o risco da automedicação, valorizem mais o conhecimento médico e o ideal é que todos os medicamentos sejam vendidos apenas com retenção de receita. Dr.Abrão José Cury Jr. é Presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, médico assistente da Universidade Federal de São Paulo e cardiologista do Hospital do Coração.

Última atualização ( Dom, 20 de Fevereiro de 2011 10:40 )

 

Após feito o diagnóstico de hipertensão arterial como tratá-la?


O tratamento pode ser feito com medicamentos ou não, isso vai depender dos níveis da sua pressão arterial, do comprometimento ou não de determinados órgãos e da presença de outras doenças.
 
Portanto quem pode decidir isso é somente seu médico. Você pode colaborar para o sucesso do tratamento modificando alguns dos seus hábitos. 1- Alimentação: Diminuir o sal da comida; nunca ultrapassar 6 gramas por dia, ou seja, 1 colher das de chá para toda a alimentação diária. Retire o saleiro da mesa e use temperos naturais como: limão, cebola, alho e cheiro-verde. 2- Peso: O execesso de peso tem grande relação com o aumento da pressão, portanto, se você esta com o peso acima do normal, ou seja, índice de massa corpórea* acima de 25 Kg/m², deve iniciar um programa de redução de peso no qual a ingestão de alimentos de baixo valor calórico deve ser a regra.
 
Evite dietas “milagrosas”, use sua criatividade, o correto é consumir alimentos de todos os grupos (cereais integrais, frutas, legumes, carnes, leite e derivados), variando o máximo que puder para não faltar nutrientes. 3- Sedentarismo: Abandone o sedentarismo. Passe a fazer caminhada de, no mínimo, 30 minutos todos os dias ou, pelo menos, quatro vezes por semana. Os melhores exercícios para os pacientes hipertensos são: caminhar, nadar, correr, e andar de bicicleta. Exercícios como halterofilismo e musculação não são recomendados para hipertensos. 4- Bebidas Alcoólicas: O use excessivo de bebidas alcoólicas, aumenta a pressão arterial. Por isso, para os homens, o uso de bebidas destiladas (uísque, vodca, aguardente etc) não deve exceder 60 ml ao dia, o vinho não deve exceder 240 ml, e a cerveja 720 ml. Com relação as mulheres e indivíduos de baixo peso, a ingestão alcoólica, não pode ultrapassar a metade permitida para os homens.

Se você não consegue se enquadrar nesses limites, sugere- se o abandono de bebidas alcoólicas. Pois, além de fazer subir a pressão, o ácool é uma das causas de resistência ao tratamento hipertensivo, causando gastrite, problemas no fígado, coração, cérebro, isso tudo sem contar os problemas sociais causados pela bebida. 5- Tabagismo: O tabagismo é o mais importante fator de risco, previnível para doença cardiovascular, sendo responsável por 1 em cada 6 óbitos, pois a nicotina aumenta a pressão arterial e acelera a progressão da aterosclerose (depósito de gordura nas paredes das artérias). Portanto, abandonar o tabagismo deve ser a primeira providência do hipertenso. 6- Atividades de Lazer: Identifique uma atividade que lhe dê prazer, como: ler um livro, pintar um quadro, bordar, participar de atividades sociais ou de grupos de relaxamento. Uma atividade desse tipo poderá ser muito positiva para uma vida normal.
 
Coloque nessa atividade todas as suas energias. 7- Estresse: Para cada pessoa, as causas do estresse podem ser diferentes. O melhor a se fazer é, se possível, identificar o motivo que está gerando tensão e eliminá-lo.Na impossibilidade, deve-se “administrar” esse problema, através da maneira mais harmônica. Dicas para hipertensos Quando um médico lhe prescreve um medicamento,você deve tomá-lo rigorosamente conforme foi prescrito, observando as doses, número de tomadas diárias e os horários. Nunca abandone o tratamento, ele é para o resto da vida. Pode ser que com o tempo você tome outro medicamento ou até mesmo lhe seja recomendado um tratamento sem medicamentos, mas isso é uma decisão que somente seu médico poderá tomar. O tratamento estará mantendo ou melhorando sua qualidade de vida. Portanto, seguí-lo corretamente significa viver mais. Fonte: Biolab
 

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